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Cowboy Bebop Original Soundtrack
Era uma vez um desenho japonês em que a história se passava no futuro e contava a história de caçadores de recompensa a bordo de uma nave chamada Bebop.
Pra quem não sabe, Bebop é uma subdivisão do Jazz, e essa é só a primeira das referências musicais presente no anime.
Misturando batalhas espaciais com artes marciais e faroeste, o desenho trás uma trilha sonora de dar inveja a qualquer trilogia famosa de Hollywood, com forte influência de blues, jazz e rock’n roll.
A composicão da trilha sonora foi liderada por Yoko Kanno, uma japonesinha batuta conhecida por suas criacões musicais para games, animes e filmes. Ela reuniu alguns músicos e formaram uma banda para a criação da trilha-sonora. Batizaram a banda de The Seatbelt (Os cintos-de-segurança), pois brincavam que deveriam usar cintos-de-segurança para permanecerem seguros durante as sessões de jam.
A banda não tinha um cantor principal, mas contaram com a participação de vocalistas como Steve Conte, Mai Yamane, Gabriela Robin (há rumores de que esta seja na verdade um pseudônimo da próprio Yoko Kanno) e outros para as músicas não-instrumentais.
A banda se reuniu mais uma vez em 2004 para criar a trilha-sonora do segundo game baseado em Cowboy Bebop.
Clique em ‘Leia o resto deste post’ para poder ouvir algumas músicas da trilha.
Amateur
Mais uma de Lasse Gjertsen.
Água!
Hoje fiz uma dinâmica de grupo. Numa parte da dinâmica tínhamos que escolher as piores catástrofes dentre uma lista de possíveis tragédias. Todos concordaram que a pior seria “falta absoluta de água por 3 meses”.
Realmente, é meio difícil viver sem água. Palavra de alguém que é de Uberaba e ficou 1 semana sem ela quando um trem carregado com não sei o que tombou no principal rio que abastecia a cidade.
Pois bem, mas eis que a água que dá a vida nem sempre é a heroína da história. Vide a mulher que quis se suicidar e, levando o filho junto, pulou no rio Pinheiro em São Paulo. Um cara, muito gente fina, analista de sistemas, roubou a moto de um curioso e correu em sentido contrário (Trinity em Matrix Reloaded anyone?) até se aproximar da mulher, pulou no rio e salvou o molequinho.
Imagina pular no rio Pinheiros! Mais sujo que o Tietê! A mulher queria muito mais que se suicidar, ela queria… sei lá…
Mais detalhes em http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u129222.shtml
Massss a parte legal é…:
Sabem aquela brincadeira velha da água de Campinas?
Pois é! Não que é virou verdade? Estudos comprovaram alto teor de progesterona (hormônio sexual feminino) na água ‘potável’ da cidade. Duvida?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u129198.shtml
Cuidado hein pessoal!!!
Instalando o JDK 6 RC no Linux e Waters no Brasil!
Opa!
Vi que o blog teve uma quantidade razoável de pessoas procurando por instalação de plugins no Eclipse e utilização do Callisto. Espero que o blog tenha sido útil!
Caso algum desses perdidos que chegam por aqui procurando como solucionar suas dúvidas queiram, podem pedir ajuda, ou pelo blog ou mesmo mandando um e-mail.
Bom, pra quem já ouviu falar em Java, o lançamento da versão 6, Mustang, não é nenhuma novidade. Pois é, o ano tá acabando, mas a versão final deve sair antes de 2007, e por enquanto temos aí a versão RC (Release Candidate), que já está bala.
Entre as principais novidades, do lado do usuário, temos: desempenho melhor do HotSpot (diferença notável!) e, pra quem usa Linux como eu, integração melhor com do Swing com o visual do GTK. Agora o seu tema style Clearlooks-based vai ficar igualzinho mesmo nas aplicações Java.
Pra quem é desenvolvedor, as novidades ficam mais por conta das novas especificações do Java EE 5, que são tantas que nem vou entrar em detalhes.
Mas o objetivo do post é mostrar como instalar o JDK 6 RC no Linux. Vamos lá.
1) Baixe o arquivo self-extracting do JDK.
Para isso, entre em http://java.sun.com/ e clique no link Java SE 6 RC, no menu à sua direita. Escolha a versão que quer baixar, JDK 6 para desenvolvedores, JRE 6 para usuários. Clique no botão download. Aceite a licença e comece o download. O JDK não chega a 60 MB, enquanto o JRE não chega a 20.
2) Extraia o conteúdo do arquivo para a pasta que preferir.
Copie o arquivo baixado para o diretório que quiser extrair o conteúdo e execute-o. No meu caso:
# chmod +x jdk-6-rc-linux-i586.bin
# ./jdk-6-rc-linux-i586.bin
Digite yes para aceitar a licença de uso e será criado após o processo uma pasta com o nome jdk1.6.0
3) Crie links simbólicos para a JVM e para o compilador:
No meu caso, descompactei o conteúdo do arquivo em /opt/java, então:
# ln -sf /opt/java/jdk1.6.0/bin/java /usr/bin/java
Para o compilador (somente JDK):
# ln -sf /opt/java/jdk1.6.0/bin/javac /usr/bin/javac
4) Registre o jdk como opção padrão:
[Não parece, mas tem dois - antes de install e de config]
# update-alternatives –install /usr/bin/java java /opt/java/jdk1.6.0/bin/java 1
# update-alternatives –config java
Escolha a opção do JDK 6 e pronto
5) Instale o plugin do JRE para seu navegador:
Simplesmente crie um link simbólico, como a seguir:
# cd /usr/lib/firefox/plugins
# ln -s /opt/java/jdk1.6.0/jre/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so
6) Teste a instalação:
$ java -version
java version “1.6.0-rc”
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.6.0-rc-b104)
Java HotSpot(TM) Client VM (build 1.6.0-rc-b104, mixed mode, sharing)
Qualquer dúvida só perguntar!
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Mudando de assunto…..
Roger Wates no Brasil ano que vem!!!!!!!!!
Será que eu vou ter $$$ pra ir?
Putz se der eu quero ir!!
Vai tocar em São Paulo no dia 23 de Março e no dia 24 no Rio!
Who was dragged down by the stone????
